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Em 1747 o português António Isidoro da Fonseca, dono de uma gráfica no Rio de Janeiro, produziu por conta própria o primeiro livro impresso no Brasil. Trata-se de um folheto de 24 páginas que descreve as solenidades organizadas para saudar a chegada de um novo bispo à cidade. O título não é muito convidativo: “Relação da entrada que fez o excelentíssimo e reverendíssimo D. F. Antonio do Desterro Malheyro, bispo do Rio de Janeiro”. O livro não é de cunho literário, nem uma biografia, mas o relato de um evento que ocorreu de verdade.

A família tipográfica utilizada no folheto foi batizada de “Isidora” pela pesquisadora Laura Lotufo que apresentou uma pesquisa na Universidade de São Paulo sobre o início da produção editorial no Brasil.

Já a legalização dos impressos só foi concedida no dia 05 de janeiro de 1808, quando D. João assinou o alvará permitindo o funcionamento de gráficas até então clandestinas. Criou-se no Rio de Janeiro a Imprensa Régia, cuja função era imprimir documentos, decretos e livros. No princípio esses impressos circulavam apenas nas mãos da corte. Mais tarde os jornais viriam a popularizar a circulação das informações oficiais.

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